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Dar voz à poesia 20-Novembro-2009

Posted by João Alberto Roque in Infância.
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Testamento Poético em linguagem prosaica

 

Estando em estado de lucidez e de perfeito juízo

Ainda na posse de todas as minhas faculdades

E porque a ninguém pretendo causar prejuízo

Neste documento declaro as minhas vontades

 

A poesia será partilhada como um todo indiviso

Será sempre uma garantia e espaço de liberdades

Se alguém a quiser vender, o preço é um sorriso

Aceitem-na, para combater tiranias e falsidades

 

Porque na poesia o amor é cada vez mais preciso

Perderá a sua parte quem a usar para maldades

E será excluído deste testamento tão conciso

Quem usar esta herança para criar desigualdades

 

 

Concorri com este poema, escrito em 2006, ao concurso «Dar voz à poesia» desse ano. Foi seleccionado para publicação e recebi o livro há poucos meses.

Foi a única edição a que concorri, incentivado pelo meu amigo Hélder Ramos, autor com obra poética publicada (livro «Ao pé das palavras» que tive o prazer de prefaciar) e que nesta IV colectânea tem quatro belos poemas.

Espero que tu, amigo leitor, aceites o meu legado e possas tu também «Dar voz à poesia».

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